jueves 22 de octubre de 2009

NASA desmente fim do mundo em 2012

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Para tentar esclarecer essas especulações, o Dr. Morrison rastreou as origens do que chama de mitos e respondeu aos internautas em seu site. As dúvidas mais freqüentes foram publicada pela Associação Astronômica do Pacífico.

Segundo ele, o boato de Nibiru teve sua origem com Zecharia Sitchin, autor de livros de ficção sobre as antigas civilizações mesopotâmicas. Em algumas de suas obras, entre elas “The Twelfth Planet” publicado em 1976, ele afirma ter encontrado e traduzido documentos sumérios que identificavam o planeta orbitando o Sol a cada 3.600 anos. Essas fábulas incluíam histórias de antigos astronautas que visitavam a Terra, vindos de uma civilização alienígena chamada Anunnaki.

Em paralelo, uma auto-declarada psíquica chamada Nancy Lieder alegou ter um canal com os ETs. Ela escreveu em seu site Zetatalk que os habitantes de um suposto planeta ao redor da estrela Zeta Reticuli a avisaram de que a Terra corria perigo de ser atacada pelo Planeta X, ou Nibiru. A catástrofe foi inicialmente prevista para maio de 2003, mas quando nada aconteceu, a data foi mudada para dezembro de 2012.

Segundo Dr.Morison, apenas recentemente essas duas fábulas foram ligadas ao fim do calendário Maia, no solstício de inverno de 2012.

O cientista esclarece também que as fotos ou evidências apresentadas na internet são falsas. Uma das imagens mais populares do que seria Nibiru se trata, na verdade, de uma nebulosa de gás fora do sistema solar fotografada pelo telescópio espacial Hubble.

Quanto aos Maias, Morison afirma que a sociedade realmente desenvolveu calendários bastante complexos, mas que, apesar do interesse histórico que possamos ter, eles não se comparam a habilidade moderna de contagem do tempo, ou à precisão dos calendários modernos. E, o mais importante: estes instrumentos não podem prever o futuro.

Quanto ao fim do calendário estar ligado ao fim do mundo, ele faz uma comparação: o calendário de mesa de qualquer pessoa termina muito antes de 21 de dezembro de 2012 – ele acaba em 31 de dezembro de 2009. Mas ninguém interpreta isso como uma previsão do Armageddon – é apenas o começo de um novo ano.

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domingo 27 de septiembre de 2009

Simbolismo da Lua


Seja na linguagem corrente (sob a forma de aforismos), na astrologia (sob a forma de atributos), no folclore, nas tradições populares ou nos sonhos, a Lua possui um simbolismo muito rico no qual se encontram, em quase todas as civilizações, os mesmos temas.

As manchas da Lua (que variam segundo os dias e as épocas) ocuparam o pensamento dos poetas, dos filósofos, dos astrólogos e mesmo dos sacerdotes. Todo o bestiário (com seu simbolismo próprio) foi identificado em suas manchas e, por vezes, até mesmo o homem, sob a aparência de um velho canibal (entre os tártaros) ou de uma menina (entre os iacutos). A projeção de problemas sobre as manchas lunares faz desse estudo um verdadeiro teste de Rorschach da humanidade. Para os povos antigos, nas tradições populares, a Lua não é um astro morto mas, ao contrário, em plena mutação.

Sujeita a um simbolismo muito variável, a Lua simboliza igualmente a morte. De fato, a cada mês, durante três dias (na Lua nova) ela desaparece, para reaparecer (ressuscitar) sob forma diferente. A Lua se torna, assim, o lugar de trânsito dos mortos, a passagem obrigatória para uma nova vida. Na mitologia dos povos, numerosas divindades são, não apenas lunares, mas igualmente subterrâneas e noturnas: ligadas à morte) como, por exemplo, Perséfone, Mên etc.

A Lua é também o símbolo dos ritmos biológicos e, particularmente, do ritmo de 28 dias. Nós discutimos os ritmos biológicos em relação à Lua num capítulo anterior.

 A Lua é, igualmente, o símbolo (direto ou indireto) da fecundidade. Como símbolo da fecundidade humana ela é estudada na parte consagrada ao controle concepcional lunar; a Lua, como símbolo da fecundidade terrestre, é estudada na parte destinada à astro-meteorologia lunar: as mudanças de Lua sempre anunciam chuva.

A Lua, como símbolo da fecundidade humana, transparece claramente nas tradições dos povos do Norte (finlandeses, estonianos, iacutos) que celebram os casamentos por ocasião da Lua cheia.

Para os chineses, a festa da Lua, festa da colheita, é uma das três grandes festas anuais. Lembremos que os povos asiáticos concedem à Lua um lugar preponderante (ela fixa o calendário, determina o signo astral etc....).

Para os judeus, a Lua simboliza o povo hebreu, sempre em busca de nova morada, mudando de lugar perpetuamente. Para os judeus, como para os árabes (e numa certa medida para os cristãos), a Lua é o regulador dos atos religiosos.
As fases da Lua determinam as datas de grandes festas religiosas.

 Observemos, de passagem, que a data da festa da Páscoa, na religião cristã, foi fixada, há alguns séculos apenas, em função de uma fase da Lua. "O cálculo segundo o qual se determina atualmente a data da Páscoa é o seguinte: `Páscoa é o domingo que se segue ao décimo quarto dia da Lua que atinge esse tempo no dia 21 de março ou imediatamente após (...). A celebração no décimo quarto dia da Lua do equinócio fora prescrita muito judiciosamente com o objetivo de impedir qualquer assimilação da Páscoa judaica com a cerimônia cristã'".

Assim, segundo as normas do cálculo eclesiástico atual, cujas tabelas teriam sido elaboradas pelo astrônomo jesuíta Clavius, aconselhado pelo papa Gregório XIII, a Páscoa pode ser celebrada em 35 datas diferentes, escalonadas entre 21 de março e 26 de abril!

Os calendários religiosos cristãos, árabes e judaicos não são os únicos calendários que têm por base os ciclos lunares. Sabemos que a civilização chinesa utilizava muito regularmente as fases da Lua para organizar as cerimônias religiosas ou civis. Aliás, o povo celta, gente bastante misteriosa, agia do mesmo modo.

É Símbolo do tempo que passa, da fecundidade, dos ritmos do povo hebreu, a Lua é igualmente o símbolo do imaginário, do sonho e do inconsciente. Essa assimilação simbólica já é suficientemente conhecida (e nós a descreveremos no capítulo astrológico) para que nos detenhamos nela.

Concluindo, pode-se afirmar que a Lua simboliza tudo o que está em mudança: o tempo que passa, o sonho que foge, o animal ou o homem que se transformam, o ciclo que muda e recomeça etc.

Símbolo de desestabilizaçã o, a Lua é igualmente o símbolo da esperança, pois anuncia que a cada fluxo segue-se um refluxo, que a morte anuncia a vida e que a esperança é a primeira virtude humana. Jamais uma frase terá tanto significado quanto a pronunciada pelos adoradores da Lua: "A Lua está morta! Viva a Lua!"

As_Bruxas_estao_ Soltas