Tu crias um campo electromagnético em ti

«Tu crias um campo electromagnético em ti, esse campo atrai-te para um pólo magnético, o pólo magnético pode ser formado por várias pessoas ou não, depois é gradualmente atraído para uma base de resgate onde já estão a chegar outros pólos magnéticos e, de repente, tens uma base de resgate que é um contentor de milhares e milhares de indivíduos que vão parar a uma zona do mundo: a um vale, a uma montanha, sem saber porquê.

Esses grupos são coordenados por dentro, por uma evidência do coração.

Nas áreas de resgate a vibração dos corpos é levada ao máximo, isto é, a distância entre biofísica, bioquímica e mónada é diminuída e isto não tem nada a ver com comer ou não comer carne, ou beber vinho, ou ter 3 namoradas ou não ter nenhuma.

Se tu tens que chegar lá é porque há uma pureza central no teu ser que se põe nesse alinhamento e uma vez chegado aí, Eles aceleram a vibração ao máximo.

Agora, se eu não faço uma purificação profunda da personalidade antes, pode ser extremamente intenso, por isso é que é importante ir trabalhando os corpos agora, ir pondo de parte tudo o que seja demasiado denso.>>

André Louro de Almeida
Fonte: Cova do Urso

Mercúrio é menos parecido com a Lua do que se acreditava

 
As diferenças químicas entre Mercúrio e a Lua sugerem que suas crostas podem ter evoluído de maneiras completamente diferentes

Até recentemente, as camadas de rocha que formam a crosta planetária de Mercúrio eram consideradas como algo semelhantes àquelas que podem ser observadas na Lua: frias, mortas e repletas dos minerais de alto brilho encontrados nos altiplanos da face visível da Lua.

Mas depois de duas visitas a Mercúrio pela sonda Messenger, o planeta está se parecendo cada vez menos com a Lua e cada vez mais com um corpo praticamente dilacerado por tremores que esmigalharam suas falhas tectônicas, e por surtos de erupções vulcânicas que irromperam em diversos pontos da superfície do planeta - fenômenos que usualmente costumam ser associados aos planetas de maior porte do Sistema Solar. Ao que parece, portanto, Mercúrio pode ser pequeno mas tem comportamento de planeta grande.

"Não se trata de um mundo morto, como em geral se imaginava", disse Thomas Watters, cientista planetário da Smithsonian Institution, em Washington, "mas sim de um planeta que demonstra ter passado por períodos de imensa atividade, a despeito do seu tamanho reduzido".
Os cientistas envolvidos no projeto Messenger descobriram que os episódios de atividade tectônica e vulcânica foram não apenas muito mais comuns do que eles imaginavam mas também muito mais recentes. E as diferenças químicas entre Mercúrio e a Lua sugerem que suas crostas podem ter evoluído de maneiras completamente diferentes.

Watters e outros colegas na equipe da Messenger estão reportando as observações realizadas pela sonda da Agência Espacial Americana (Nasa) em uma série de estudos publicados pela revista Science. Depois de uma terceira passagem pelo planeta, em setembro, a Messenger se estabilizará em órbita polar de Mercúrio a partir de 2011.

Estranha mistura

Existem indícios sólidos, obtidos do estudo de rochas lunares, por exemplo, de que, na Lua, houve no passado remoto um oceano primordial de magma. À medida que essa mistura derretida se resfriava, certos metais, como o feldspato se cristalizaram primeiro e subiram ao topo, formando uma antiga crosta flutuante de revestimento da qual ainda se pode avistar vestígios nos altiplanos lunares, hoje, em dia, em protuberâncias que se destacam das camadas mais baixas, de basalto, que formam os diversos ¿mares¿ das Lua.

Telescópios instalados na Terra e até mesmo os equipamentos da Mariner 10, uma espaçonave que passou por Mercúrio em 1974 e 1975, obtiveram imagens da superfície de Mercúrio que pareciam indicar uma reflexão de luz brilhante como a obtida na Lua. Muitos pesquisadores passaram a presumir, com base nisso, que Mercúrio apresentasse em sua superfície material semelhante ao lunar, rico em feldspato, e que portanto o planeta poderia dispor de um oceano de magma e também de uma camada de crosta flutuante.

A Messenger tem a capacidade de medir o reflexo de maneira mais precisa do que os meios anteriores de observação utilizados, e vem descobrindo que a superfície de Mercúrio é muito mais fosca do que se imaginava anteriormente. Espectrômetros também têm indicado que a superfície do planeta não apresenta presença elevada de feldspato. Isso acontece provavelmente por conta de uma segunda descoberta surpreendente da missão Messenger: a superfície do planeta aparentemente foi recoberta por influxos vulcânicos.
Sob pressão

A Mariner 10, que mapeou cerca de 45% da área de superfície de Mercúrio, revelou alguns traços que indicavam semelhanças com fluxos, mas havia divergências quanto às suas origens "se vulcânicas ou simplesmente resultado de detritos gerados pelo impacto de asteróides contra o planeta. A Messenger, que até o momento já cobriu 90% da superfície de Mercúrio em sua missão de exploração, localizou características vulcânicas e planícies lisas - provavelmente resultantes de recentes fluxos de erupção - em áreas equivalentes a cerca de 40% da superfície total do planeta.

Até mesmo o restante da superfície do planeta tem aparência semelhante à dos fluxos recentes - apenas um pouco mais velha e mais "combalida". Caso uma crosta de flutuação tenha existido em algum momento da história do planeta, ao que parece ela terminou completamente enterrada, diz Brett Denevi, pesquisador de pós-doutorado na Universidade Estadual do Arizona, em Tempe, e co-autor de um dos estudos publicados pela Science.

Para complicar ainda mais a história, porém, existe outra tendência que parece estar emergindo das observações da missão Messenger: devido à presença de rachaduras e falhas que parecem se entrecruzar por toda a sua superfície, Mercúrio aparentemente sofreu esmagamento tectônico intenso ao longo de toda a sua história, e não apenas no período inicial.

A teoria convencional quanto a isso, depois da missão Marine 10, era a de que Mercúrio se havia encolhido quando de seu processo inicial de resfriamento, o que teria resultado em características tectônicas contrativas, tais como falhas de empuxo - rupturas na crosta. Mas as provas de vulcanismo recente tornam essa teoria da contração menos provável, porque a contração tende a fechar falhas e rachaduras, a selar respiradouros e fendas, e isso tudo dificulta a operação dos vulcões. "Talvez a observação signifique que a contração aconteceu, mas não cedo o bastante para prevenir a atividade vulcânica", explica Denevi.

Tradução: Paulo Migliacci
Nature

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3773679-EI238,00-Mercurio+e+menos+parecido+com+a+Lua+do+que+se+acreditava.html



Mauro de Rezende
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Cientistas anunciam avanço em criação de 'manto de invisilibade'

Repórter de Ciência da BBC News - Cientistas americanos conseguiram criar uma nova versão de uma espécie de "capa de invisibilidade", que torna objetos tridimensionais invisíveis sob luz infra-vermelha. 

O manto criado pela equipe, do formato de um lenço com vários buracos, foi capaz de cobrir um objeto dando a impressão visual de que não estaria cobrindo objeto algum. 

Segundo os cientistas, o "manto de invisibilidade" cancela a distorção produzida pelo volume do objeto que é escondido debaixo dela ao "curvar" a luz em volta deste volume, como água em volta de uma pedra, e, com isso, criar a ilusão de uma superfície lisa. 

Os cientistas afirmam que conseguiram um avanço importante em relação a estudos anteriores pelo fato de não terem usado metais no manto. 

Em 2006, uma equipe de cientistas britânicos e americanos testou uma versão anterior de um "manto de invisibilidade" em laboratório. O "manto" - na verdade um equipamento circular, feito com dez anéis de fibra de vidro cobertos com materiais à base de cobre - fez com que as ondas emitidas pelo radar se desviassem do objeto e se reencontrassem do outro lado, como se tivessem passado por um espaço vazio. 

Silício 

Os cientistas, desta vez, também usaram um dielétrico - um material isolante - que absorve menos luz. 

Neste projeto trabalharam Michal Lipson e sua equipe na Universidade Cornell, e o professor de engenharia mecânica da Universidade de Berkeley, Xiang Zhang e uma das equipes descreveu o processo na revista especializada Nature Materials. 

"Basicamente, estamos transformando uma linha reta de luz em uma linha curva em volta da capa, então você não percebe qualquer mudança em seu caminho", explicou Zhang. 

"Metais introduzem perda (de luz), ou reduzem a intensidade da luz", acrescentou o professor. Esta perda de luz pode levar a manchas escuras quando se coloca a capa sobre um objeto. 

De acordo com Zhang, o uso do silício nesta capa, um material que absorve pouca luz, foi uma "grande evolução". 

Segundo o professor Zhang a capa "muda a densidade local" do objeto que cobre. 

"Quando a luz passa do ar para a água, ela se curva, devido à densidade ótica, ou índice de refração", disse o professor à BBC. 

"Então, ao manipularmos a densidade ótica de um objeto, podemos mudar o caminho da luz de uma linha reta para qualquer outro caminho que escolhermos." 

O novo material consegue este feito devido aos minúsculos furos, perfurados estrategicamente em uma folha de silício. 

'Perfil' 

A equipe de Zhang conseguiu "decidir qual o perfil" do objeto escondido alterando a densidade ótica com os furos. 

"Em algumas áreas vamos perfurar muitos furos e, em outras, eles são bem mais escassos. Onde há mais furos, há mais ar do que silício, então a densidade ótica do objeto é reduzida", afirmou Zhang. 

"Cada furo é muito menor do que o comprimento de onda da luz. Então a luz ótica não 'vê' um furo - apenas vê uma espécie de mistura de ar com silício. Então, no que diz respeito à luz, nós conseguimos ajustar a densidade do objeto." 

O professor destacou que o "manto de invisibilidade" que ele e sua equipe criaram é muito pequena, apenas alguns milésimos de milímetro de lado a lado. Mas existem usos até para uma "capa de invisibilidade" deste tamanho. 

Este dispositivo pode ser usado, por exemplo, na indústria eletrônica, para esconder falhas em cópias complexas ou em "máscaras", espécie de plantas que determinam como o processador deve ser. 

"Isto pode significar uma economia de milhões de dólares para a indústria. Poderia permitir que eles corrigissem falhas ao invés de produzir novas máscaras", afirmou Zhang. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
 
Fonte:BBC brasil

Astrobiologia